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En
estos meses se han creado nuevas secciones que vienen a completar las
ya existentes.
Lss nuevas secciones de nuestra sala de lectura son las siguientes:
Sociedad
del riesgo
Administración
electrónica
Asesoriamiento
científico
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Ciencia, Tecnología y Género
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Sabanes, Dafne
Mujeres
y nuevas TIC
La relación entre las mujeres y los saberes tecnológicos
está cambiando, pero la presencia de alumnas en los estudios técnicos
y científicos, y de investigadoras en estos campos, es mucho menor
que la de los varones. Este es uno de los factores que hacen necesaria
la perspectiva de género para analizar el mundo de las Tecnologías
de la Información y la Comunicación (TIC).
A partir de este enfoque, el artículo presenta el camino recorrido
por los movimientos de mujeres para apropiarse de las TIC, deteniéndose
en algunos de sus hitos más importantes. (Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
CONCYTEC
Plan Nacional de Ciencia, Tecnología
e Innovación Tecnológica 2005-2021 (Perú)
"Ciencia y Tecnología para la Competitividad y el Desarrollo
Humano Sostenible"
(Documento Preliminar)
Sampedro Hernández, José Luis y Vera-Cruz, Alexandre O.
Aprendizaje
y acumulación de capacidades tecnológicas en la industria
maquiladora de exportación: El caso de Thomson-Multimedia de México
Diferentes estudios sobre la Industria Maquiladora de Exportación
(IME) permiten entender cómo, desde los inicios de operación
en México, esta actividad se ha consolidado como generadora de
empleos y divisas y base de las exportaciones no petroleras. Sin embargo,
no reflexionan acerca de cómo las empresas maquiladoras contribuyen
al desarrollo tecnológico nacional, si han generado algún
tipo de derrama tecnológica o por el contrario sólo han
generado empleos poco calificados. Recientemente, ha crecido el interés
por estudiar con mayor nivel de profundidad la dinámica evolutiva
de la IME, por ejemplo, la forma en que las empresas en esta industria
desarrollan procesos de aprendizaje tecnológico y acumulan capacidades
tecnológicas. En este trabajo se analiza el caso de la empresa
Thomson-Multimedia de Ciudad Juárez, cuya acumulación de
capacidades tecnológicas ha permitido escalar nuevos procesos y
productos que, ayudado con procesos de aprendizaje interno, ha consolidado
a la empresa con capacidades innovadoras intermedias en algunas funciones
técnicas y de capacidades innovadoras avanzadas en otras. En este
sentido, este estudio contribuye a entender la evolución de los
procesos tecnológico y productivo de la IME, sobre todo del sector
de electrónica de consumo en que se ubica. El argumento central
de este trabajo es que, a lo largo del tiempo, las empresas maquiladoras
establecidas en México han emprendido procesos de aprendizaje interno
y como consecuencia muchas de ellas han acumulado importantes capacidades
tecnológicas y han logrando escalar tecnológica y productivamente.
(Enlace a www.revistaespacios.com)
Porto, Geciane S. -do Prado, Flavia Oliveira y Plonski, Guilherme Ary
As
fontes de tecnologia no setor de telecomunicações e os fatores
motivadores para cooperação
Este estudo tem por objetivo compreender a relação existente
entre as empresas de telecomunicações instaladas no Brasil
e as suas fontes de inovação e tecnologia. Esta pesquisa
considerou as seguintes fontes em sua análise: departamento de
P&D interno; departamento de P&D da matriz; outros departamentos
da empresa; outras empresas dentro do mesmo grupo empresarial; fornecedores;
clientes; concorrentes e/ou competidores; empresas de consultoria; universidades;
institutos de pesquisa; aquisição de patentes, licenças
e know-how; conferências, simpósios, feiras e exposições;
e publicações especializadas.
A pesquisa identificou quais são as fontes de inovação
e tecnologia mais valorizadas e utilizadas pelas empresas do setor de
telecomunicações; qual a natureza dos projetos desenvolvidos
e quais são os fatores que contribuem para projetos em parceria
com centros de pesquisa e/ou universidades.
A pesquisa foi de natureza quantitativa, foram enviados 44 questionários
às empresas fabricantes de equipamentos para setor, que segundo
Fransman (2001), encontra-se no nível 1. Dentre estas, 23 empresas
responderam, as quais constituíram a amostra analisada. O artigo
está estruturado em 6 seções, a primeira apresenta
o problema de pesquisa e os objetivos que o estudo buscou alcançar,
a segunda contém a discussão teórica que suporta
o modelo metodológico que é detalhado na seção
seguinte, a quarta seção constitui-se dos resultados encontrados,
a quinta seção apresenta as conclusões do estudo
e por último são apresentadas as referências bibliográficas
do artigo. (Enlace a www.revistaespacios.com)
Sbragia, Roberto - Rodrigues, Ivete - Baião, Maria Selma - Quirino,
Tarcízio Rego
Política
e gestão da inovação tecnológica: Estudo comparativo
da evolução da disciplina no Brasil e na Ibero-América
O objetivo deste estudo é acompanhar a evolução
da disciplina "política e gestão da inovação
tecnológica" no contexto de consolidação da
cooperação entre a América Latina e a Península
Ibérica sobre o tema, comparando os resultados alcançados
no marco dos Simpósios Nacionais de Gestão da Inovação
Tecnológica (SIGITECs), realizados no Brasil pelo Núcleo
de Política e Gestão Tecnológica da Universidade
de São Paulo (PGT/USP) até 2002, e dos Seminários
Latino-iberoamericanos de Gestión Tecnológica (ALTECs),
realizados pela Associação Latino-Iberoamericana de Gestão
Tecnológica (ALTEC) até 2001 em diferentes países.
Tais eventos têm acontecido bienalmente nos últimos anos,
em regime de alternância, sendo os primeiros nos anos pares e os
segundos nos anos ímpares.
As contribuições a ambos têm sido usadas como fonte
de evidências para acompanhar os rumos da disciplina no Brasil e
distinguir suas fases de mudanças, assim como analisar o perfil
da evolução da mesma no contexto da cooperação
entre os países ibero-americanos.
Como instrumentos de análise foram utilizados os documentos existentes
sobre os referidos eventos, como anais, chamadas de trabalhos e programas.
Foram examinados aspectos da evolução do acervo de conhecimentos
produzidos, os autores que os produziram, os países e organizações
que estes representam e as áreas de conhecimento cobertas. São
identificadas semelhanças e diferenças entre períodos
e áreas geográficas. As informações estão
categorizadas e tratadas gráfica e estatisticamente para distinguir
perfis, descrever mudanças e identificar tendências. Espera-se
que os resultados sirvam como base para diagnose de rumos, prospecção
de caminhos, identificação de lacunas e proposição
de direções desejáveis. (Enlace a www.revistaespacios.com)
de Abreu Pinna, Cristina Coelho - Barbin Laurindo, Fernando José
- de Paula Pessôa, Marcelo Schneck
Uma
Abordagem para Definição de Processos de Gestão e
Monitoração de Outsourcing em Tecnologia de Informação
baseada em Indicadores.
Nos últimos anos, tem-se notado um grande crescimento a nível
mundial dos processos de terceirização de serviços
de Tecnologia de Informação. Segundo estudos do IDC - International
Data Corporation (1998) e de Lacity e Willcocks (2000) apud Kern e Willcocks
(2002), a taxa anual de crescimento do outsourcing de Tecnologia de Informação
é estimada em 20 %, atingindo um mercado de serviços de
US$ 86 bilhões em 1996, com previsão para US$ 154 bilhões
em 2004. No entanto, um grande desafio ainda é gestão destes
processos de outsourcing, de forma a garantir o controle e acompanhamento
dos serviços pela empresa cliente, mantendo o domínio da
tecnologia e do processo de negócio.
O objetivo deste trabalho é apresentar uma abordagem baseada em
técnicas para a definição e implantação
de processos de gestão de outsourcing de Tecnologia de Informação,
incluindo a monitoração e mensuração do desempenho
dos outsourcers e o nível de satisfação dos clientes,
baseada em um critério para definição de indicadores
e métricas e, como decorrência, um estudo de caso de implantação
de outsourcing de Tecnologia de Informação. Como resultado,
este trabalho também destaca os impactos de um bom processo de
gestão do outsourcing na estratégia de negócio da
empresa. (Enlace a www.revistaespacios.com)
Padilla Hernández, Salvador y Martín Carbajal, María
de la Luz
Tremec-Chrysler:
Una experiencia exitosa de innovación
En este trabajo se examinan, desde el punto de vista de los microfundamentos
del sistema nacional de innovación, la interacción entre
proveedores y usuarios de dos empresas de la industria automotriz: Chrysler
y Tremec. Se muestra cómo la vinculación productiva, económica
y tecnológica entre ambas firmas resultó en una interrelación
tecnológicamente complementaria ya que la interface mostró
ser rica en intercambios de información y conocimientos tecnológicos,
los cuales se transforman, finalmente, en procesos de innovación
y aprendizaje tecnológico en ambas compañías. (Enlace
a www.revistaespacios.com)
Trino, Barreto E. - Florio, Jazmín - Hidalgo, Carlos - Mengo,
Oneyda - Walter, Jaffé
Consorcios
de Innovación Tecnológica Agrícola en Venezuela:
Caracterización y Factores de Éxito.
La propuesta de investigación desarrollada en este trabajo se estructura
dentro del programa cooperativo de innovación tecnológica
agropecuaria del grupo andino (Prociandino), y se enmarca dentro
de las disciplinas de organización y administración de la
innovación y del cambio institucional, más específicamente
la investigación en políticas de fomento de la innovación
y de estrategias para mejorar la utilización de los resultados
de la investigación, con el propósito general de gerenciar
invenciones e innovaciones producto de la cooperación interinstitucional
nacional e internacional, bajo el enfoque de cadenas agroproductivas.
Para ello se plantea como objetivo el impulsar capacidades de innovación
agrícola, utilizando la figura de consorcios, documentando experiencias
de nuevas formas institucionales de impulsar capacidades de innovación
e innovaciones específicas, proporcionando elementos para orientar
la formulación y ejecución de políticas, y generar
nuevos conocimientos sobre la dinámica de la innovación
agrícola en el país, para finalmente generar la información
requerida para estimular la implantación de consorcios de innovación
tecnológica, con lo que se busca la consolidación de una
red nacional de consorcios de innovación tecnológica. Se
presentan los resultados de la caracterización de iniciativas cooperativas
de innovación agrícola en Venezuela, su análisis
y validación, y las conclusiones que en términos de políticas
y estrategias se derivan del mismo. (Enlace a www.revistaespacios.com)
Cruz Castro, Laura - Sanz Menéndez, Luis - Romero, Marta
Explicando
las políticas de ciencia y tecnología de los gobiernos regionales
Este artículo explica comparativamente las políticas
de ciencia, tecnología e innovación de cinco Comunidades
Autónomas. Sobre la base de cinco estudios de caso, este trabajo
describe en primer lugar la orientación académica o empresarial
de dichas políticas atendiendo a los objetivos de la inversión
presupuestaria, el destino de los recursos y las opciones institucionales.
A continuación, se analizan los factores explicativos más
influyentes, para llegar a una serie de conclusiones sobre la circunstancias
bajo las cuales los gobiernos regionales pueden poner en práctica
políticas de una u otra orientación. A pesar de la influencia
de los factores estructurales, en especial en la configuración
inicial de las preferencias políticas, el análisis pone
de manifiesto la importancia de los intereses movilizados y concentrados
en la región, constatándose que los cambios de orientación
son particularmente difíciles cuando estos intereses participan
en la administración de las políticas. La coyuntura presupuestaria
se revela como una de las variables intervinientes que más condicionan
la relación entre las preferencias políticas y la orientación
resultante, en el contexto de la presión de los intereses. Las
preferencias a favor de una reorientación de la política,
pueden llevarse a cabo con arreglos institucionales adecuados que trasciendan
Departamentos concretos, sobre todo si se acompañan con incrementos
presupuestarios significativos. (Enlace a www.iesam.csic.es)
Sanz Menéndez, Luis
Evaluación
de la investigación y sistema de ciencia.
A finales de los setenta ya existía en los Estados Unidos
una cierta preocupación por los procedimientos de evaluación
utilizados en la asignación de fondos de investigación por
las agencias públicas de fomento de la I+D [la National Science
Foundation (NSF) o los National Institutes of Health (NIH)], como demuestran
las revisiones realizadas de estas prácticas (por ejemplo Cole
et al 1978). El interés por los métodos de evaluación
de la investigación propició el desarrollo de trabajos desde
la OCDE (OECD, 1987) que contribuyeron a ampliar la perspectiva y a introducir
elementos que conectaban la tradicional forma de la evaluación
de la investigación, por medio de la revisión por pares,
con la evaluación de las políticas de investigación
y de otros objetos, lo que implicaba la introducción de nuevos
instrumentos y herramientas, a la vez que se hacían más
complejos los criterios de evaluación. (Enlace a www.iesam.csic.es)
Cruz Castro, Laura - Sanz Menéndez, Luis - Romero, Marta
Diseño
institucional y preferencias políticas: O cómo equilibrar
los intereses académicos en la política de ciencia, tecnología
e innovación gallega
Resumen: Este artículo describe la emergencia y orientación
de las políticas de I+D e innovación en Galicia. Las preguntas
de investigación que articulan el trabajo son por qué y
en qué circunstancias surgen las políticas regionales de
I+D y qué forma adoptan, prestando atención a los factores
más influyentes en la orientación de las mismas. La política
de ciencia y tecnología desarrollada por los gobiernos gallegos
desde mediados de los ochenta ilustra una evolución desde un modelo
básicamente académico hacia otro de carácter más
empresarial en consonancia con las preferencias políticas, a pesar
de la debilidad de la demanda empresarial. La viabilidad de estas preferencias
se ve favorecida por dos dinámicas paralelas: por una parte, la
prioridad política y presupuestaria de las intervenciones a favor
de un modelo empresarial se producen en un contexto de crecimiento global
de los recursos que impide interpretaciones de «juego suma cero»
entre los actores; por otra parte, el diseño institucional de un
órgano de coordinación independiente de las Consejerías
permite por una parte desbloquear dinámicas de toma de decisiones,
y por otra, equilibrar los intereses académicos dentro de la misma.
Este caso ilustra la importancia del factor tiempo en combinación
con la difusión de los modelos en la explicación de los
procesos de aprendizaje político. Finalmente, las políticas
gallegas en esta área muestran cómo para que los modelos
se traduzcan en resultados, la demanda empresarial debe existir o crearse.
(Enlace a www.iesam.csic.es)
Sanz Menéndez, Luis
Indicadores
relacionales y redes sociales en el estudio de los efectos de las políticas
de ciencia y tecnología
Un sistema de innovación eficiente es un sistema con fuerte
capacidad de distribución de información y conocimiento.
El objetivo de este trabajo es analizar las redes de colaboración
que emergen de los proyectos europeos de I+D, tomando el caso del programa
TSER. Se utiliza el análisis estructural y de redes desarrollado
por los estudios sociológicos, para complementar aproximaciones
más tradicionales basadas en principios distributivos. Se utiliza
el análisis de redes con el objetivo de medir la densidad y cohesión
de las redes, sus propiedades emergentes, así como la posición
de centralidad de los actores en la red que el programa de I+D contribuye
a crear y, por tanto, a medir la capacidad distributiva de información
y conocimiento de las mismas. (Enlace a www.iesam.csic.es)
Cruz Castro, Laura - Sanz Menéndez, Luis - Romero, Marta
Recursos,
intereses y difusión de modelos para la política regional
de I+D: la Comunidad de Madrid
Innovación e investigación son conceptos que se presentan
asociados e incluso aparecen como determinantes de los niveles de competitividad
de las economías (Nelson y Romer, 1996); por otro lado, algunos
economistas han aceptado la existencia de propiedades sistémicas
de las organizaciones e instituciones dedicadas a la investigación
e innovación, que caracterizarían las economías nacionales
y que determinan los resultados económicos (Freeman, 1987). Se
habla también de sistemas nacionales de innovación (Nelson,
1993; Lundvall, 1992; Edquist, 1997) para intentar explicar la diversidad
de resultados nacionales en materia de crecimiento económico a
partir de las diferencias en la arquitectura institucional y organizativa
de la innovación. (Enlace a www.iesam.csic.es)
Fundación Cotec
El sistema español
de innovación. Situación en 2004.
Libro Blanco
Escorsa, Pere
Innovación y competitividad: experiencias
en España y Europa en la construcción de sistemas regionales
de innovación
Artículo correspondiente al libro Globalización, Ciencia
y Tecnología. Formato PDF.
Rodríguez Pomeda, Jesús
La
dimensión regional de la innovación
Número 25 de la Revista Madri+d, septiembre 2004 sobre Cooperación
tecnológica. (Enlace a www.madrimasd.org)
Ondategui, Julio César
Tecnología
y Servicios en los Centros de apoyo a la Innovación en España
En este artículo el marco conceptual de los sistemas de innovación
sirve para plantear los centros tecnológicos como elementos clave
del desarrollo. Se describen y analizan las actividades y características,
así como las relaciones con otros elementos del sistema. Mediante
una batería de catorce variables, relacionadas con el desarrollo
territorial, valoradas por los responsables de los centros, se han identificado
tres tipos de factores cuyo conocimiento puede contribuir al mejor desarrollo
de los centros tecnológicos. En el último bloque se reflexiona
sobre las debilidades de estos mecanismos de interfaz, y la necesidad
de reforzar la cultura tecnológica, para que puedan trabajar como
verdaderos multiplicadores entre la ciencia y la industria. (Enlace a
www.madrimasd.org)
Solís Cabrera, Francisco M. - Romero García de Paredes,
María José
Transferencia
de tecnología en Andalucía
Los autores presentan el impulso a la transferencia de tecnología
que se lleva a cabo en Andalucía para acercar la Universidad a
la empresa y, según ellos, existen buenos y eficientes instrumentos
(organismos de interfaz) que, si son coordinados y se aprovechan sus sinergias,
constituyen una herramienta perfecta para el fomento de la innovación.
(Enlace a www.madrimasd.org)
Domingo García, Paloma
Leganés
Tecnológico
Leganés Tecnológico es un Parque Científico,
Tecnológico y Terciario entendido como un ámbito que estimula
el contacto, conocimiento mutuo y tránsito de nuevas ideas, experiencias
y capacidades, entre la comunidad científica y la empresarial,
acelerando la aplicación de la investigación hacia usos
productivos beneficiosos para la colectividad social en su conjunto. (Enlace
a www.madrimasd.org)
García Martínez, José Ramón
TECNALIA,
Corporación Tecnológica
TECNALIA es una Corporación Tecnológica integrada por
los siguientes Centros Tecnológicos: AZTI, ESI, INASMET, LABEIN
y ROBOTIKER. A ellos habría que añadir a LEIA, que se encuentra
actualmente en proceso de adhesión. Si la misión de cada
uno de los Centros era apoyar el desarrollo económico y social
de los entornos en los que interactuaban a través del uso y la
promoción de la innovación tecnológica así
como de la investigación aplicada, esa sigue siendo la misión
de la Corporación, con la ventaja añadida de una mayor capacidad
para cumplirla, como consecuencia del mayor tamaño y la mayor implantación
sectorial. (Enlace a www.madrimasd.org)
Rodríguez Pomeda, Jesús
Orientaciones
de la política comunitaria de investigación con respecto
al 7º Programa Marco
Reseña y análisis de la comunicación de la Comisión
Europea Construir nuestro futuro común. Retos políticos
y medios presupuestarios de la Unión ampliada (2007-2013) (Bruselas,
10.2.2004, COM(2004) 101 final), que incluye ideas relevantes sobre la
política europea de investigación con respecto al VII Programa
Marco de Investigación y Desarrollo Tecnológico. (Enlace
a www.madrimasd.org)
Andino López, Raquel
Gestión
de Proyectos Europeos de I+D
La gestión de un proyecto supone gestionar los conflictos
exitentes entre alcance, calidad, tiempo y coste a fin de lograr el desarrollo
y conclusión satisfactorios del proyecto para las partes interesadas
involucradas. El caso de los proyectos europeos presenta varias particularidades
tales como las áreas de gestión, los aspectos legales y
financieros, la explotación y difusión de los resultados,
o la transferencia de tecnología. (Enlace a www.madrimasd.org)
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Ciencia, Tecnología y Sociedad
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Secretaria Executiva da Rede de Tecnologia Social
Tecnologia
Social - Uma Estratégia para o Desenvolvimento
Livro reúne artigos de autores como Paul Singer, professor
de economia da USP e Secretário Nacional de Economia Solidária
do Ministério do Trabalho, e Renato Dagnino, pesquisador e professor
titular do Departamento de Política Científica e Tecnológica
da Unicamp. (PDF)
Martínez Fernández, Andrés
Comunicaciones
para la salud en países en desarrollo: ¿lujo o necesidad?
La tercera parte de los objetivos de la Declaración del Milenio
(Nueva York, septiembre 2000) está relacionada con la salud: reducir
en tres cuartas partes la mortalidad materna; en dos terceras partes la
tasa de mortalidad en niños menores de 5 años, y detener
y empezar a revertir la propagación del SIDA y la malaria. Cada
persona, colectivo, institución y país debe identificar
aquellos objetivos sobre los que puede influir positivamente, valorar
la forma más apropiada para canalizar su aportación, descubrir
los socios que pueden ayudarle a hacer más eficiente su trabajo,
trabajar con una meta a medio plazo y dar seguimiento y evaluar periódicamente
el fruto de su trabajo desde una perspectiva global. Bajo este enfoque
multidisciplinar, la única posición personal o institucional
que no tiene cabida es la pasividad o el inmovilismo.
El Informe sobre Desarrollo Humano del PNUD del año 2001 pone de
manifiesto, por ejemplo, que la contribución del desarrollo de
tecnologías apropiadas (rehidratación oral + vacunas liofilizadas
y termoestables) a la reducción de la mortalidad infantil es tres
veces mayor que la del aumento de ingresos de las familias, y mayor también
que el impacto producido por el aumento del nivel de instrucción
de las madres.
De todo esto se desprende que la ciencia y la tecnología -y el
conocimiento en general- son instrumentos que tienen que ponerse al servicio
global de la sociedad. Esta es una de las razones por la cual la Universidad
Politécnica de Madrid (UPM) y la ONGD Ingeniería Sin Fronteras
(ISF) colaboran con otras muchas instituciones europeas y latinoamericanas
para desarrollar tecnologías de comunicación apropiadas
para su uso en establecimientos de salud rurales de países en desarrollo.
El Programa Enlace Hispano-Americano de Salud (EHAS) www.ehas.org investiga
cómo las nuevas Tecnologías de la información y la
Comunicación (TIC) pueden ayudar a mejorar los procesos de atención
sanitaria y tener un impacto positivo en la salud de las personas. (Enlace
a www.cuadernos.tpdh.org)
Aguinaga García, Jaime de
Telefonía
móvil al servicio de los más pobres: la experiencia del
Grameen Phone en Bangladesh
En 1997 la Organización Grameen Telecom creó el programa
Village Phone, cuyo objetivo era incrementar el acceso a las comunicaciones
de la población más pobre de áreas rurales de países
en vías de desarrollo. El modelo pionero, que hoy en día
goza de reconocimiento internacional, tuvo lugar en Bangladesh y consistió
en la creación de microempresas de telefonía móvil
rural atendidas por operadoras. Aparte del desarrollo económico,
el programa se propone fomentar el empoderamiento de las mujeres en los
ámbitos económico y político de sus comunidades.
Su principal logro es que consigue una sinergia entre objetivos económicos
y fines sociales, ya que contribuye a disminuir la falta de acceso a la
información que dificulta el desarrollo. Actualmente el modelo
se está repitiendo en países como Uganda. (Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
Hardy de Gómez, Irene
El
Programa de Actualización de Maestros (AME)
En los últimos años, se ha constatado la importancia
de las inversiones en Tecnologías y Comunicación (TIC),
así como el acceso a los beneficios de la sociedad de la información.
En este sentido, diversos organismos internacionales han insistido en
la necesidad de establecer acciones para superar la brecha digital que
sume a Latinoamérica en una situación de desventaja respecto
al uso de las nuevas. La educación es el medio ideal para contrarrestar
ese déficit y avanzar en la sociedad de la información.
Por ese motivo, se ha creado el Programa de Actualización de Maestros
(AME), una red virtual de enseñanza/aprendizaje que fomenta la
formación de los maestros en Latinoamérica. (Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
Esteban, Mercedes y Echarts, Nazareth (Coordinadoras)
Ciencia,
tecnología y educación
Artículos de José Manuel Sánchez Ron, Javier
Ordóñez, José Luis González Quirós,
Eulalia Pérez Sedeño, Antonio Moreno, Juan Manuel Rodríguez
Parrondo, Fernando Broncano, Juan Arana y Jesús de Garay. Fundación
Iberdrola, 2004. Seminario organizado por las Fundaciones Iberdrola, Europea
Sociedad y Educación y General de la Universidad Complutense los
días 17 y 18 de mayo de 2004. (Enlace a www.fundacioniberdrola.org)
Formato PDF.
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Sociedad de la Información y
Administración Electrónica
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Castells, Manuel (Director)
El
modelo Barcelona II: El Ayuntamiento de Barcelona en la sociedad red.
Síntesis de la investigación
La investigación intenta ser un diagnóstico analítico
sobre los usos de las TIC en el Ayuntamiento de Barcelona. Mediante el
trabajo de campo, procederemos al tratamiento analítico de una
gran cantidad de material empírico obtenido gracias a la colaboración
del consistorio barcelonés. Diferentes ópticas configurarán
la teorización final, surgida de los datos: estudiaremos el cambio
organizativo a partir de la tecnología, la relación entre
ciudadanos y Ayuntamiento por medio de Internet, el impacto de la tecnología
en los servicios públicos del consistorio y la relación
entre Ayuntamiento y empresa.(Enlace a www.uoc.es)
Vuolo, Elena
Bibliografia
básica sobre las TIC para el desarrollo humano
La mayoría de las fuentes bibliográficas se refieren
a manuales, libros y documentos de trabajo que sólo se han difundido
por la web. Con el fin de agrupar y ordenar el material disponible, en
los últimos cinco años se han llevado a cabo varias iniciativas,
entre las destacan bibliotecas virtuales como la de la Fundación
Digital Dividend (http://www.digitaldividend.org) y bases de datos en
las que se pueden encontrar casos de estudio y buenas prácticas.
Por otra parte, se puede contar con referencias bibliográficas
en línea. La mayoría de estos documentos hace referencia
a investigaciones que grupos de evaluación y supervisión
en línea llevan a cabo, como es el caso del grupo de evaluación
Bellanet ( http://www.bellanet.org/leap/). (Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
Caballero García, Araceli
Entrevista
a Manuel Castells: La brecha educativa es la decisiva en la sociedad de
la información
Manuel Castells nació en Hellín (Albacete. España)
en 1942. Licenciado en Derecho y Economía por la Universidad de
Barcelona, cuando cursaba estos estudios, huyó a París debido
a su militancia antifranquista. Doctor en Sociología por la Universidad
de París, ha sido investigador en el Laboratoire de Sociologie
Industrielle (Universidad de París), profesor de la Universidad
de París-Nanterre, profesor y consultor de la UNESCO en la Facultad
Latinoamericana de Ciencias Sociales, profesor en el Departamento de Sociología
de la Universidad de Montreal, profesor visitante en el Centro de Desarrollo
Urbano de la Universidad Católica de Chile y profesor en la Universidad
de Wisconsin (EE UU). Durante la década de los setenta ha sido
profesor y catedrático de Sociología en la École
Pratique de Hautes Études (Sorbonne, París). Actualmente
es catedrático de Planificación Regional de la Universidad
de California (Berkeley), así como miembro del Instituto de Estudios
Internacionales de esta universidad y profesor de la UOC. De su amplia
producción bibliográfica destacan los tres volúmenes
de La era de la información (Alianza, 1996-2000), obra enciclopédica
fundamental para entender nuestro tiempo. (Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
Caballero García, Araceli
Entrevista
a Roberto Savio: La comunicación es el enlace entre participación
y democracia
Roberto Savio, romano de nacimiento y nacionalizado argentino, es secretario
general de la Sociedad para el Desarrollo Internacional, además
de asesor de varias agencias de la ONU y otros organismos, siempre en
áreas de información y comunicación. En 1964 fundó
la agencia Inter Press Service (IPS) para colaborar con la tarea
de mantener el equilibro informativo global, como servicio internacional
e independiente de noticias, reportajes y artículos de fondo sobre
sucesos y procesos globales que afectan la economía y el desarrollo
político y social de las naciones, con especial atención
al Sur. En los mismos ámbitos que vinculan comunicación
y Sur, ha estado también en el inicio de varios proyectos, como
el pionero sistema de información tecnológica y económica
Technological Information Pilot System (TIPS), la red de sistemas de información
nacional para América Latina y El Caribe (ASIN), ALASEI y el Women's
Feature Service (WFS). Con TIPS, dirigió uno de los mayores proyectos
implementados por IPS y la Organización de las Naciones Unidas
(ONU) para el intercambio de información sobre comercio, ciencia
y tecnología entre organismos gubernamentales y empresariales de
países en desarrollo. Fiel a su trayectoria, no se limita a mirar
con esperanza fenómenos como el Foro de Porto Alegre, sino que
desde el principio ha estado entre sus organizadores. (Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
Coia Sánchez García
Entrevista
a Hamadoun I. Touré: La inversión en los países menos
adelantados es más una oportunidad que un riesgo
Hamadoun I. Touré, de nacionalidad malí, es el actual
Director de la UIT. Ingeniero superior por el Instituto de Electrónica
y Telecomunicaciones de San Petersburgo, tiene más de 20 años
de experiencia en el ámbito de las telecomunicaciones y ha ocupado
varios cargos directivos en importantes empresas de telecomunicaciones.
Su carrera profesional se ha desarrollado en el sector público
de su país natal, Mali, en instituciones intergubernamentales como
INTELSAT en Washington D.C., y en el sector privado en ICO Global Communications.
Cuando fue elegido Director de la UIT, en 1998, trabajaba en el sector
privado como Director General para África de ICO Global Communications,
una empresa del sistema de comunicaciones personales móviles mundiales
por satélite (GMPCS). En la Conferencia de Plenipotenciarios de
Marrakech, en octubre de 2002, fue reelegido, para un segundo mandato.
Su principal estrategia ha consistido en adoptar un enfoque regional que
abarca la creación de empresas conjuntas formadas por compañías
privadas y públicas, que van desde operadores de redes celulares
hasta compañías públicas de telecomunicaciones.
El Sr. Touré también ha desplegado una gran actividad en
todos los asuntos políticos relativos a la puesta en marcha de
las GMPCS con los Organismos de reglamentación de todos los países
africanos. (Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
Acevedo Ruiz, Manuel
Las
TIC en las políticas de cooperación al desarrollo: hacia
una nueva cooperación en la Sociedad Red
Con la popularización de Internet en la década de los
90, el papel de las tecnologías de la información y la comunicación
(TIC) en procesos de desarrollo entró dentro del debate sobre la
cooperación. La reciente celebración de una Cumbre Mundial
de Naciones Unidas sobre la Sociedad de la Información , la creación
de un Grupo de Tareas multi-sectorial sobre las TIC y el Desarrollo (UN
ICT Task Force) que asesora y reporta directamente al Secretario General
de NNUU, o la atención prestada en foros como los de los G8 (Okinawa
2000, Génova 2001, Kananaskis 2002), NEPAD (New Partnership for
African Development) o el Foro Económico Mundial (Davos) son evidencia
de ello.
La llamada brecha digital se manifiesta como una nueva brecha
de desarrollo, en particular en el contexto del paradigma de la Sociedad
Red [Castells]. Mucho se ha avanzado cualitativamente en el aprovechamiento
de las TIC para el desarrollo humano en pocos años.
Sin embargo, para muchas personas conocedoras del uso de estas nuevas
tecnologías en el ámbito del desarrollo y la cooperación,
el avance ha sido lento, insuficiente, esporádico y, desde luego,
carente de estrategia o planificación. El discurso sobre los beneficios
de las TIC en el marco del desarrollo supera con creces a la práctica.
Los recursos tecnológicos y financieros están disponibles,
aunque no tanto la capacidad institucional para aprovecharlos.
En otras palabras, más que un asunto técnico, la integración
de las TIC al desarrollo parece una cuestión de políticas
de desarrollo. Para los países donantes como España, se
convierte también en un tema de políticas de cooperación
al desarrollo. Por ello es necesario avanzar en el conocimiento sobre
el valor intrínseco de las TIC, el grado comparativo de integración,
así como posibles guías o modelo que faciliten dicha integración.
(Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
Simó Reigadas, Francisco Javier
Software
libre en países en vías de desarrollo de África Subsahariana:
el caso de Benin
Los programas libres han pasado en los últimos años
de ser una iniciativa interesante en el seno de las comunidades científica
y académica a convertirse en todo un fenómeno socio-económico.
Se habla cada vez más de los programas libres o de fuente abierta,
de su Coste Total de Propiedad (TCO en sus siglas en inglés), de
los modelos de negocio que resultan de la adopción de este paradigma,
etc. Pero, en general, se asumen condiciones de entorno que corresponden
a las de los países desarrollados.
En este artículo se pretende mirar el software libre desde la óptica
de los países en vías de desarrollo de África Subsahariana,
analizando las oportunidades que abre, las dificultades con que tropieza
y, en suma, su pertinencia en ese entorno específico y radicalmente
diferente de los países desarrollados. Se intenta ofrecer una respuesta
a preguntas como ¿puede ser el software libre una herramienta que
favorezca la erradicación de la pobreza? ¿Beneficia de forma
especial a países en vías de desarrollo? ¿Tropieza
con dificultades especiales? ¿Cómo se puede facilitar su
penetración? Las fuentes principales a partir de las cuales se
construye este análisis son una experiencia directa de cuatro años
en proyectos tecnológicos empleando programas libres en Benin (África
Occidental) y las fuentes bibliográficas que se citan al final.
(Enlace a www.cuadernos.tpdh.org)
Fainholc, Beatriz
Hacia nuevos Indicadores de Ciencia y Tecnología
en la sociedad de la información
Presentado en el VI Taller de Indicadores de Ciencia y Tecnología.
Buenos Aires, Argentina, 15 al 17 de septiembre de 2004. (Formato PDF)
Lastres, Helena M. M.
Indicadores da Era do Conhecimento:
pautando novas políticas na América Latina
Presentado en el VI Taller de Indicadores de Ciencia y Tecnología.
Buenos Aires, Argentina, 15 al 17 de septiembre de 2004. (Formato PDF)
Sigalés, Carlos
Formación
universitaria y TIC: nuevos usos y nuevos roles
A pesar del creciente interés de las universidades por la
incorporación de las TIC a sus actividades docentes y de las numerosas
experiencias iniciadas en los últimos años en el uso educativo
de las TIC, sólo una pequeña parte de estas experiencias
han cuajado realmente y han logrado transformar, con unos costes razonables,
la formación universitaria. El conocimiento acumulado y el seguimiento
de algunas prácticas exitosas nos indican algunas de las claves
de una buena integración de las TIC en la actividad docente universitaria.
Por una parte, parece necesaria la supeditación de la tecnología
a una estrategia de formación definida, y que se tenga en cuenta
el tipo de contenidos que entran en juego en la actividad formativa, así
como el perfil y las características de los estudiantes que participan
en ella. Por otra parte, es importante definir el papel que se otorga
a las TIC en el proceso, según el grado de presencialidad que vaya
a tener esa oferta formativa. Cuando las TIC sirven de apoyo a procesos
de formación básicamente presenciales, estas tecnologías
permiten, entre otros aspectos, un mayor protagonismo de los estudiantes,
una mayor cantidad y calidad de las interacciones entre profesores y estudiantes,
un mejor acceso a los contenidos y una mayor personalización de
la formación. Cuando la formación es de tipo virtual, con
actividades presenciales escasas o inexistentes, son necesarios cambios
profundos en la organización de la docencia. En estos casos resultan
elementos clave un diseño adecuado del entorno virtual en el que
se va a desarrollar el curso, un cambio drástico en el enfoque
de las actividades docentes y en la definición de los distintos
roles que puede desarrollar el profesorado, y la creación de equipos
interdisciplinarios que lleven a cabo integradamente el conjunto de tareas
que conlleva el diseño y desarrollo de cursos virtuales de calidad.
(Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Macau, Rafael
TIC:
¿para qué? (Funciones de las tecnologías de la información
y la comunicación en las organizaciones)
Las TIC han creado un gran impacto en el funcionamiento de las organizaciones
e incluso han alterado su propia estructura. Las TIC generan diversos
efectos, dependiendo de la función que desempeñen en el
seno de la organización. Este artículo pretende caracterizar
cuatro grandes funciones de las TIC en las organizaciones, con efectos
y necesidades de gestión diferentes. Para identificar estas cuatro
funciones el autor realiza un repaso cronológico del impacto de
las TIC en las organizaciones desde 1960 hasta nuestros días, y
concluye el artículo con una tipología funcional de las
TIC. (Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Planella, Jordi - Rodríguez, Israel
Perspectiva
social del e-learning en la educación superior: universidad y desarrollo
en la era de la información.
Introducción al monográfico sobre la perspectiva social
del e-learning se tratan temas como la inclusión y la responsabilidad
social, el desarrollo y la solidaridad. Formato PDF. (Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Ros, Adela
La verdadera
apuesta del aprendizaje virtual: los aspectos sociales del e-learning
En el presente artículo Adela Ros plantea la importancia de
la necesidad de estudiar los diferentes aspectos sociales del e-learning.
El e-learning, basado como está en formas de interacción
social, plantea no sólo nuevos retos en el acceso de diferentes
grupos sociales a la sociedad de la información y el conocimiento,
sino también nuevas formas de educación sin fronteras y
una transformación cultural del entorno educativo. Por todo ello
Adela Ros apuesta por mantener vigente el debate acerca del tema, cuyo
olvido supondría un peligro total para el futuro del e-learning.
(Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Planella, Jordi - Rodríguez, Israel
Del
e-learning y sus otras miradas: una perspectiva social
Con la llegada de las tecnologías y su implementación
de forma más o menos masiva en los contextos y las prácticas
educativas, han surgido narrativas que exaltan Internet y sus múltiples
posibilidades de salvación. El problema de esta perspectiva es
que en la mayoría de los casos únicamente se centra en las
dimensiones tecnológicas y se olvida de su dimensión social.
La propuesta de este artículo es situar, a partir de la revisión
de textos y contextos, otras posibilidades de mirar el e-learning, puesto
que, en realidad, son múltiples las miradas que se pueden realizar
al e-learning y muchas las perspectivas y los enfoques que de ellas se
desprenden. La tendencia mercantilista y tecnofílica que, en cierto
modo, rodea el presente y el futuro del e-learning debe ser balanceada
por una mirada que acentúe su dimensión ambivalente y política,
así como su papel motor en la construcción de engranajes
sociales, en su dimensión social y cultural y, sobre todo, en su
papel en la conformación de una nueva justicia social que permita
hacer frente, con y a través de la educación, a los retos
y las desigualdades crecientes que viven nuestras sociedades. De este
modo y frente al discurso excesivamente publicitario y triunfalista de
las posibilidades que abren las tecnologías educativas, es bueno
tomar en consideración su dimensión social. Es necesario
recoger un acervo importante de prácticas, ejemplos y realidades
capaces de articular un sentir y un sentido común sobre la necesidad,
la idoneidad del e-learning para el desarrollo, la mejora y la innovación
de nuestras empresas, organizaciones y sociedades, o para la formación,
sin precedentes, constante y de calidad, de nuestros ciudadanos. La mirada
social al e-learning forma parte de lo que podríamos denominar
el compromiso de la universidad en la transformación de la sociedad,
aunque más allá de los aspectos ligados a la investigación,
entendemos que la universidad debe implicarse en la sociedad, y una forma
clara de hacerlo es a través del e-learning. Existen diferentes
formas de analizar las perspectivas sociales y culturales del e-learning,
pero lo más significativo es estar abierto a la dimensión
social del e-learning, porque detrás aparecen los rostros de personas
que con ilusión, esperanzas y utopías, creen en la posibilidad
de mejorar sus vidas y sus relaciones y de transformar aquellos aspectos
más problemáticos de su entorno. Y toda esta mejora que
tiene la posibilidad real de transformar a la sociedad puede ser posible
a partir de incorporar en las prácticas, reflexiones, políticas
e investigaciones lo que hemos denominado social e-learning. (Enlace a
www.uoc.edu/rusc)
Luque, Mónica
Visión
americana de la perspectiva social del e-learning en la educación
superior
Son muchos los que piensan que después del impacto producido
por la incorporación de las tecnologías de la información
y la comunicación (TIC), nada volverá a ser como antes.
Sin ir más lejos, en el campo de la educación, el e-learning
proporciona la capacidad de comunicación entre poblaciones muy
alejadas entre sí, así como un mayor acceso a la educación
y a la cultura a personas que, por las razones que sean, se ven excluidas
de ellas. Por este motivo, ya se lleva tiempo pensando en la perspectiva
social del e-learning, es decir, en cómo poder aprovechar todo
ese abanico de posibilidades que ofrece este proceso de aprendizaje a
distancia, facilitado por el uso de Internet, con el fin de mejorar la
calidad de vida de las personas en el continente americano. Dado este
estado de la cuestión, cabría esperar que la perspectiva
social del e-learning ocupara un lugar preeminente en las discusiones
académicas que se dedican a la educación superior en América.
Sin embargo esto no es así. De todos modos, se han podido encontrar
varias e importantes iniciativas que apuntan en este sentido. Interesantes
iniciativas entre las que se pueden destacar tanto el Instituto para la
Conectividad de las Américas (ICA) como el Portal Educativo de
las Américas, que, con el apoyo de diferentes instituciones, realizan
un trabajo constante en favor de la aplicación de las TIC a la
resolución de los problemas de las poblaciones en desventaja, mediante
no sólo la superación de los obstáculos geográficos
y temporales, sino también la formación de la población.
La autora, en primer lugar, realiza un enfoque comparado de la perspectiva
social del e-learning entre Europa y América. En segundo lugar,
pasa a comentar el estado actual de las iniciativas que se están
llevando a cabo en el continente americano a favor de esta perspectiva
social. Y en tercer y último lugar, acaba recogiendo el estado
actual de la cuestión en torno al tema. (Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Casacuberta, David
e-Learning
e inclusión social en el marco del sistema universitario español
Uno de los problemas existentes en la sociedad de la información
actual, y que tiende a acentuarse, es la llamada brecha digital, concepto
íntimamente relacionado con los conceptos de exclusión social
y exclusión digital. Para combatir este problema no basta con la
creación de nuevos sistemas para acceder a la ya antes citada sociedad
de la información, cosa que parecen haber hecho grandes proyectos
dentro del contexto español, proyectos escasos e insuficientes.
A esta creación de sistemas nuevos hay que sumarle la creación
de nuevas herramientas digitales, de nuevas capacidades en términos
del economista Amartya Sen, con importantes implicaciones sociales y políticas.
Esto mismo es lo que parecen perseguir algunos proyectos, surgidos de
universidades, como La Casa de Shere Rom, una iniciativa que
cubre un aspecto tan importante como es el de la motivación; como
e-Educa, un proyecto europeo que tiene como objetivo desarrollar
una nueva forma de e-learning, o como e-Learning for e-Inclusion,
un proyecto que persigue la creación de una biblioteca digital
de estrategias y metodologías para combatir la exclusión
social y digital y de este modo contribuir a disminuir la llamada brecha
digital. (Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Dias, Marco Antonio R.
Perspectiva
social del e-learning en la universidad: una visión desde la Unesco
En la actual sociedad del conocimiento, los progresos en ciencia
y tecnología conviven con una amplia problemática social
que es necesario abordar para analizar los problemas relacionados con
la educación. En los últimos años, la presencia del
Estado ha disminuido en todos los ámbitos. El modelo estadounidense
de privatización y comercialización ha creado nuevas realidades,
como la necesidad de los países ricos de controlar, entre otras
cosas, los servicios, el conocimiento y las nuevas tecnologías.
En este contexto, y ante la creciente comercialización de la educación
como servicio, incluso desde los organismos internacionales, los países
en desarrollo necesitan más que nunca acceder a instituciones de
educación superior y de investigación que les permitan avanzar
hacia un desarrollo sostenible. Asistimos a un proceso de elitización
en el que la educación deja de ser un bien público y pasa
a convertirse en un bien privado, lo que se refleja en los sistemas educativos
de distintos países. Son varios los procesos de reforma de los
sistemas educativos de países en desarrollo que tienen como objetivo
facilitar el acceso al conocimiento. Muchas de las medidas que deben aplicarse
pasan por la utilización de las nuevas tecnologías y el
intercambio de conocimientos mediante una cooperación internacional
que se aleje de la comercialización y permita el acceso de todas
las personas a la sociedad del conocimiento.(Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Varis, Tapio
Perspectiva
social del e-learning en el marco del sistema educativo nacional
En su conferencia, Tapio Varis analiza el uso y el progreso del e-learning
en el sistema educativo europeo. Empieza manifestando la necesidad de
combinar en el ámbito universitario los métodos de trabajo
tradicionales y las nuevas tecnologías, unas nuevas tecnologías
que no obstante ya forman parte de nuestra vida cotidiana. El profesor
Varis opina que todo ello adquiere importancia desde un punto de vista
tanto nacional como internacional. Sin embargo, piensa también
que el entorno educativo europeo debe conservar las identidades y tradiciones
culturales junto con el uso de las nuevas tecnologías, y aboga
además por la unificación de los criterios educativos en
toda Europa. Posteriormente analiza la escasa presencia del e-learning
tanto en el ámbito universitario como en el sistema educativo en
conjunto, y se pregunta si la enseñanza secundaria proporciona
a los estudiantes las habilidades necesarias para enfrentarse a la sociedad
actual. Por consiguiente, es necesario apoyar más decididamente
a los profesores universitarios y de enseñanza media para que puedan
llevar adelante estos cambios. A modo de conclusión, el profesor
Varis señala que son las universidades, en tanto que proveedoras
de información para un ámbito local y nacional al mismo
tiempo, las que deberían marcar la pauta en relación con
la enseñanza de las nuevas tecnologías, dado que el e-learning
se ha convertido en el único método que permite intercambiar
conocimiento en la sociedad moderna. (Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Wahrhaftig, Ramiro
Perspectiva
social del e-learning en el sistema universitario de Brasil
En Brasil, un país con 170 millones de habitantes, confluyen
una serie de factores que impiden la expansión de la enseñanza
superior tradicional, entre los cuales la propia dimensión del
país, la cantidad de personas a las que educar, las infraestructuras
físicas disponibles, la capacidad de incrementar el número
de educadores necesarios y, en consecuencia, las grandes inversiones requeridas
para hacer frente a la demanda. Esta situación, agravada por los
contrastes socioeconómicos y un aumento no controlado del número
de centros privados de enseñanza superior en los últimos
años, requiere medidas urgentes que permitan la democratización
de la enseñanza superior en Brasil y eviten comprometer el desarrollo
sostenible del país. La educación a distancia mediante las
tecnologías de la información o el e-learning constituye
una oportunidad de gran potencial para hacer frente a esta problemática
e integrar a la población de Brasil en la sociedad del conocimiento.
(Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Planella, Jordi - Rodríguez, Israel
La
condición circular de la dimensión social del e-learning.
Conclusiones al monográfico sobre la perspectiva social del
e-learning. Este monográfico ha pretendido destacar este papel
de la universidad en la constitución de una sociedad de la información
y el conocimiento justa, democrática y socialmente responsable.Formato
PDF. (Enlace a www.uoc.edu/rusc)
Bonacelli, Maria Beatriz M. - Zackiewicz, Mauro - Bin, Adriana
Avaliação
de impactos sociais de programas tecnológicos na agricultura do
estado de São Paulo
A avaliação de impactos da pesquisa se apresenta cada vez
mais como uma ferramenta essencial para a gestão da inovação
tecnológica e como elemento de legitimação junto
à sociedade da alocação de recursos para as atividades
de ciência, tecnologia e inovação. Entretanto, há,
em geral, limitações importantes nas metodologias de avaliação
de impacto mais usualmente difundidas, muitas delas baseadas em relações
lineares do processo inovativo e em uma ótica predominantemente
econômica. A ampliação do escopo da avaliação,
por meio da agregação de outras dimensões além
da econômica (social, ambiental e criação de capacitação,
por exemplo) e da construção daquilo que se compreende por
impacto a partir dessas diferentes dimensões, permite, entre outros,
ações mais coordenadas de planejamento e de estratégias
de atividades de pesquisa, sejam públicas ou privadas, e uma visão
mais abrangente do processo de inovação, via introdução
dos diferentes atores envolvidos nesse processo. A partir dessa premissa,
esse artigo apresenta os principais elementos metodológicos considerados
para a construção de um instrumental para avaliação
de impactos sociais da pesquisa. No presente caso, a metodologia desenvolvida
foi aplicada a dois programas tecnológicos agrícolas no
Estado de São Paulo (Brasil): o Programa de Melhoramento Genético
da Cana-de-Açúcar (Procana) e o Programa de Produção
de Borbulhas e Mudas Sadias de Citros. Partiu-se da construção
da estrutura de impactos sociais, com a identificação
de elementos (ou componentes) que mais fortemente correspondessem aquilo
que se define por impactos sociais dos programas tecnológicos avaliados.
As principais contribuições do método dizem respeito
à integração de diferente dimensões para avaliação
de impactos de programas tecnológicos na área agrícola
além da econômica, a social, ambiental e de criação
de capacitação - e à geração de subsídios
para tomada de decisão, em diferentes níveis de atuação
e por diferentes atores (agências de fomento, instituições
de pesquisa, universidades, empresas etc.) envolvidos no processo de inovação.
(Enlace a www.revistaespacios.com)
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